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Perda auditiva, entenda como a perda auditiva pode influenciar no isolamento e depressão em idosos

Publicado dia 20/11/2017 arquivado na categoria Blog
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Perda auditiva, você já percebeu o idoso fingir estar escutando? Se nunca reparou, é importante observar se a pessoa anda distraída, confusa, zangada e irritada, pois isso pode ser um grande indício de perda auditiva.

Sem notar, muitas pessoas acabam perdendo a audição parcialmente. E embora atinja todas as idades, o fato pode gerar graves consequências, principalmente aos idosos, uma vez que isso pode significar o desenvolvimento de depressão e isolamento do convívio social, como sintomas.

A partir do momento em que as vias auditivas deixam de ser estimuladas, acabam perdendo a capacidade de processar os sons. Isso contribui para dificuldades de atenção e memória. A dificuldade em ouvir e entender exige maior esforço para a comunicação.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) atualmente mais de 15 milhões de brasileiros sofrem com problemas de audição, sendo que 12 milhões tem mais de 65 anos. No caso dos idosos, devido a mudanças degenerativas normais do envelhecimento, é natural haver uma pequena redução da sensibilidade auditiva a partir dos 60 anos, sobretudo para sons médios e agudos.

Ainda assim, apenas 40% das pessoas com perda auditiva reconhecem que ouvem mal. Isso porque há uma grande resistência e preconceito – associado à falta de informação sobre os avanços tecnológicos na área – para admitir a deficiência. Isso, somado à falta de informação faz com que a maioria demora, em média, seis anos para tomar uma providência.

Mas a falha na audição pode ser corrigida se for tratada corretamente. A indicação dos aparelhos auditivos é um procedimento médico e a fonoaudióloga especialista em audição será a responsável por ajudar a encontrar, selecionar e adaptar da melhor maneira os aparelhos ao paciente.

Dessa forma, o preconceito quanto ao uso de aparelhos de audição está associado à falta de informação sobre os benefícios e avanços tecnológicos que eles apresentam. Por isso, é essencial que a família ajude e incentive o idoso a buscar o tratamento, o acompanhando durante o processo.

O uso diário do aparelho resgata a qualidade de vida e auto estima do idoso, desde que tratado o quanto antes e com uma equipe qualificada.

E os pequenos momentos, como o de ouvir uma música, acompanhar as novelas, o noticiário na TV, conversar com amigos e parentes, serão muito mais prazerosos para o idoso, fazendo com ele se sinta estimulado para a vida.

O uso do aparelho não só ajuda a restaurar a audição como devolve a alegria de viver. Os relacionamentos ficam muito melhores e o usuário participa intensamente das conversas.

Dê o primeiro passo, ajudando os mais velhos a procurarem uma ajuda profissional!

 

 

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